Arquivo mensal abril 2018

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É com muita honra que anunciamos mais uma importante parceria: ABPR e GRAER!

Estivemos no GRAER (Grupamento Aéreo – Polícia Militar da Bahia), onde fomos recebidos pelo Ten. Cel. Renato Lima na tarde do dia 23 de abril, seguindo nosso compromisso de estreitar as relações entre a ABPR – Associação Baiana de Pilotos Remotos – com as autoridades que fiscalizam nossa atividade.

Em uma agradável conversa, estabelecemos uma parceria entre a ABPR e o GRAER, com o intuito de colaboração mútua. Oficializamos nosso comprometimento e nos colocamos a disposição do Grupamento Aéreo para ajudar no que for preciso, principalmente na conscientização dos nossos associados e demais operadores de RPAs sobre a necessidade da operação consciente de nossos equipamentos para fazermos sempre voos seguros, através de eventos, palestras, workshops e de nossas redes sociais. Desta forma, nos tornaremos um elo entre os operadores, ou pilotos, de drones e as autoridades competentes.

Ouvimos do Ten. Cel. elogios pela iniciativa e o mesmo, com grande entusiasmo, se colocou à nossa disposição para o que for preciso no intuito de fomentar boas práticas na operação de drones em nosso estado. De pronto, foi aceito nosso convite para participar do evento de lançamento da ABPR, a ser divulgado em breve, e de outros eventos que nossa associação venha a organizar.

Por fim, fomos agraciados com uma parceria entre a ABPR e o GRAER, o que nos deixa bastante honrados e, cada vez mais, fortalecidos e certos de que nosso setor terá um futuro de sucesso na Bahia. Continuaremos mantendo contato e estreitando nosso relacionamento com o GRAER e demais parceiros.

Obrigado, @graerpmba !

Bons voos a todos!

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Desafio Fotográfico/maio de 2018 promovido pela ABPR

É com enorme prazer que comunicamos os participantes do grupo que a Associação Baiana de Pilotos Remotos ABPR estará promovendo um concurso na forma de Desafio mensal para os amantes de fotografias com drones.

A princípio todos poderiam participar deste desafio fotográfico que acontecerá mês a mês, com um tema específico a ser definido e divulgado em dias específicos com seu resultado divulgado em nossas redes sociais.

Como participar? Basta mandar sua foto no formato que desejar com a largura de 900px em resolução de 72 dpi no formato .JPG para e-mail: desafiofotografico@abpr.com

As fotos serão avaliadas por um júri de fotógrafos renomados e as 3 vencedoras ficaram na galeria virtual em nosso site e serão impressas pelo nosso parceiro Cláudio Colavolpe Photo Art em formato 30×20 cm ou similar (respeitando a proporção da fotografia) e entregue aos vencedores.

É uma iniciativa de nossa associação para incentivar a prática fotográfica entre nossos associados e amigos, onde esperamos o máximo de participação de todos do grupo!

Regras:

1- Para participar deste primeiro desafio não precisa ser associado da ABPR, sendo este desafio fotográfico aberto a todos os amantes da fotografia;

2- Cada participante poderá enviar até 3 (três) fotos para cada edição do desafio (só serão aceitas fotografias aéreas feitas a partir de um drone);

3- As fotos devem ser inéditas e dentro do tema proposto, (não podem ter sido publicadas em nenhuma rede social ou site, ou ter sido utilizada em campanhas, etc), deverão ser feitas exclusivamente para cada desafio a partir da data divulgada pela ABPR (esta confirmação será averiguada através dos metadados de cada foto enviada);

4- As fotos devem ser enviadas no formato .JPG no tamanho de 900px de largura mantendo-se sua proporção para o e-mail: desafiofotografico@abpr.com.br não podendo ter assinaturas, marcar ou qualquer outro elemento gráfico que identifique seu autor;

5- Os participantes doam os direitos das fotos para que as mesmas possam ser utilizadas pela ABPR em seu site na galeria virtual e ou para divulgação dos próximos desafios ou concursos fotográficos sendo vedada a ABPR vender, ceder ou utilizar as fotos enviadas para qualquer outro fim;

6- Os vencedores deverão levar os arquivos em alta resolução para o local indicado pela ABPR onde serão impressos e quando receberem deverão postar em suas redes sociais;

7- A ABPR se reserva ao direito de desclassificar as fotos e ou o participante que descumprir qualquer regra desde desafio.

TEMA DO MÊS DE ABRIL: LIVRE

Prazo para envio das fotos: de 12 a 30 de abril de 2018
Todas as fotos serão publicadas em nosso site (www.abpr.com.br), na página de desafiofotografico/mês, e em nossas redes sociais (Facebook: www.facebook.com/abpr.associacao e Instagram: @abpr.associacao) assim como o resultado que acontecerá sempre na primeira quinzena do mês posterior ao mês do desafio. As 3 fotografias vencedoras ficarão expostas em destaque nos locais descritos acima.

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Drones e suas normas

A evolução dos drones é notória e cada vez maior ao longo dos últimos anos: a melhoria nas frequências de comandos, sinais de vídeo com definição cada vez melhor e telemetria mais precisa aumentou em muito a segurança de voo. Problemas e falhas de que causavam quedas e riscos á operação são coisas do passado.

Não é á toa que muitos serviços considerados caros e arriscados hoje podem ser realizados com custo bem menor e com segurança maior, graças a evolução destas espetaculares máquinas voadoras!

Da mesma forma, a legislação e regras para operar estas aeronaves (sim, são aeronaves e não brinquedos!) foi se ajustando as novas tecnologias e hoje, seja para uma simples diversão no fim de semana ou para prestar serviços de qualquer natureza, temos regras e normas que devem ser seguidas para que a operação ocorra de forma legal e não traga qualquer embaraço e punição para o operador.

Basicamente, para operar o seu drone de forma legal você precisa de 03 coisas:

  • Os equipamentos (drone e controle!) devem estar homologados junto à ANATEL;

  • O drone e atividade que vai desempenhar com ele devem estar cadastrados na ANAC;

  • E você deve ter o seu cadastro como Piloto e o do Drone regularizados no DECEA;

Vamos lá, sobre a homologação:

 

A homologação solicitada pela ANATEL para os drones, de acordo com a Lei Geral de Telecomunicações (Lei nº 9.472) é para garantir que o sistema de radiofrequência está de acordo com os parâmetros técnicos brasileiros e não interferem em outros sistemas, como sistemas de telefonia.

 

Como existe um acordo da ANATEL com o FCC (a ANATEL americana), já que a legislação e premissas de uso da rádio frequência são iguais, a homologação pode ser feita pelo processo de Declaração de Conformidade, um processo simplificado. Basicamente vc apresenta o certificado daquele drone pelo FCC que a ANATEL aceita e homologa o equipamento para uso aqui no Brasil.

 

A homologação é feita para o equipamento, e intransferível daquele equipamento, não do requerente. Afinal, a ANATEL está certificando que o equipamento está de acordo com as normas, não a pessoa que pediu a homologação!

 

Esta homologação por Declaração de Conformidade não dá direito à comercialização de produtos, e só pode ser feita para uso pessoal ou por empresa. Mas a Lei Geral das telecomunicações preconiza que, para os casos em que o equipamento seja vendido por um particular a outro, com o recibo de compra e venda o comprador pode fazer uso da homologação enquanto ela for válida.

 

Este mesmo recibo de compra é venda é o documento que dá a segurança jurídica ao vendedor que, à partir da data da venda, o comprador é responsável pelo equipamento. Mas só vale se os dois assinarem o documento!

Sobre o cadastro na ANAC:

 

Para cadastrar o drone na ANAC não tem segredo: você escolhe o tipo de uso, se Recreativo ou Não Recreativo.

Quando cadastrar para o uso Recreativo, segundo a RBAC-e 94 da ANAC, seu drone passa a se chamar Aeromodelo e ganha a sigla PR. Os certificados para uso Recreativo possuem uma tarja verde no topo, para facilitar a identificação do uso.

 

Se você optar para cadastrar o drone para uso Não Recreativo (comercial, institucional e afins, ou seja, para você prestar serviços e ganhar dinheiro com ele) ele passa a se chamar RPA, ganha a sigla PP e o certificado tem uma tarja azul – essa diferença na cor da tarja é para facilitar logo de cara a identificação do uso da aeronave.

 

Segundo a RBAC-E 94 da ANAC, se vc cadastrou o drone como Aeromodelo, não tem maiores obrigações. Mas se cadastrou como RPA, precisa ter sempre com o drone o manual de voo, um documento de Análise de Risco para a operação (a RBAC-E 94 003 indica como fazer um) e uma Apólice de Seguro contra terceiros.

 

O seguro é contra danos a terceiros (se cair em alguém ou uma propriedade) e não para o equipamento. Pode também ser feita uma para o equipamento, mas o importante e essencial é esta que cobre contra danos a terceiros – é o mesmo seguro RETA que é feito para outras aeronaves.

 

Para fechar ANAC, o cadastro é feito no sistema SISANT (https://sistemas.anac.gov.br/SISANT). Se você vendeu ou perdeu o drone, basta entrar no sistema SISANT e cancelar o cadastro.

Sobre o DECEA:

 

Todo operador deve ser cadastro no sistema SARPAS (http://servicos2.decea.gov.br/sarpas/), sistema desenvolvido especificamente para a operação de drones.

 

Depois de aprovado o seu cadastro como operador, você ganha um ID Operacional de 04 letras. Este ID é pessoal e intrasferível.

Depois que o seu cadastrado é aprovado e você já tem o seu ID Operacional, deve cadastrar o seu equipamento no sistema, para poder solicitar autorização de uso do espaço aéreo, ou simplesmente, autorização de voo.

 

Cadastrar o equipamento é simples e rápido, mas só pode ser feito anexando no sistema o cadastro do drone feito no SISANT da ANAC.

 

Para ter acesso ao espaço aéreo, é necessário seguir as regras específicas para cada uso:

Se você cadastrou o drone como Aeromodelo (uso Recreativo), valem as regras da AIC-N 17/18, onde a atividade é limitada a locais destinados especificamente para a atividade recreativa. Fora destas áreas, alguns critérios específicos de altura e distância devem ser seguidos para áreas urbanas e para áreas rurais.

 

Se cadastrou o drone como RPA (uso Não Recreativo), valem as regras da ICA 100-40.

Em qualquer um dos casos, você deve sempre manter o seu drone afastado 30m de qualquer pessoa, animal ou edificação, e não deve sobrevoar sobre multidões!

 

Da mesma forma que no SISANT, se vc perdeu ou vendeu o drone, basta entrar no sistema SARPAS e cancelar o cadastro.

A equipe da ABPR deseja a todos ótimos voos!

Artigo elaborado por Carlos Galassi, que é arquiteto, possui MBA em Gerenciamento de Projetos na FGV e além de fundador da ABPR é sócio da OCA Solutions, que utiliza drones desde 2013 para diversos serivços.

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Topografia com drones

Conceito

 

A topografia (topos, que significa “lugar”, “região”, e grapho, que significa “descrever”, portanto “descrição de um lugar”)* é a ciência que estuda o relevo do solo e seus elementos característicos tendo muitas finalidades onde podemos destacar o uso para análises de projeto de engenharia.

Com início no século XVII essa ciência vem sofrendo significativa evolução, principalmente no que tange aos instrumentos de edição em campo.

Era comum no início a utilização de instrumento não tão precisos para a obtenção de dados a exemplos de barômetros, cronômetros, transferidores e estádias.

Já em métodos contemporâneos podemos citar os teodolitos e o nível que eram instrumentos utilizados a algumas décadas atrás até a chegada dos métodos modernos como a estação total e os GPS GNSS de dupla frequência (L1/L2).

 

Fotogrametria

 

Podemos diretamente dizer que a fotogrametria é a captura de informações do solo sem contato com ele através de um sensor.

Esta ciência utiliza através de aeronaves tripuladas e que embarcavam grandes câmeras métricas capazes de fazer essa captura através de fotos ou mesmo de grandes satélites em órbita de nosso planeta e através da restituição estereofotogramétrica.

Com o advento dos drones e a diminuição cada vez mais dos sensores embarcados nesses equipamentos junto com a evolução dos softwares abriu-se um novo leque de oportunidades e equipamentos capazes de realizar a fotogrametria com menores custos, tempo e principalmente logística.

 

Drones na topografia

 

Com a evolução da ciência fotogrametria ouve uma diminuição significativa dos custos de levantamento quando comparados aos métodos tradicionais o que abriu o interesse de grandes empresas em extrair dados através da técnica e obter informações do relevo de um terreno.

A topografia, portanto, ganhou mais um elemento de obtenção de dados topográficos utilizando os chamados drones para captura de imagens aéreas georreferenciadas aplicados a software que compilam essas imagens em um único mosaico com a obtenção da chamada nuvem de pontos, elementos essenciais para a elaboração dos projetos topográficos.

A acurácia do levantamento

 

Talvez a parte técnica mais importante de um projeto e por muitos ignoradas na obtenção de dados confiáveis para um projeto de engenharia.

A simplicidade que os novos softwares trouxeram ao mercado fez com que uma gama de pessoas investisse em levantamentos fotogramétricos obtidos por drones sem se preocupar com a acurácia dos dados obtidos.

É de fundamental importância o uso de pontos de apoio em solo para que possamos além de ter um levantamento mais acurado sabermos informar ao solicitante do levantamento qual a confiabilidade obtida.

Dentre os pontos de apoio podemos citar os pontos de controle que irão fazer parte do processamento das imagens realinhando os pixels pelas coordenadas obtidas em solo e os pontos de check que farão a verificação dos elementos já processados analisando a discrepância encontrada.

 

Topografia convencional x topografia por drones

 

Podemos a grosso modo dizer que a topografia convencional ou aquele obtida por levantamento em solo permite uma acurácia milimétrica enquanto a topografia por drones possui uma acurácia centimétrica.

É importante informar os dados obtidos ao cliente através de um relatório técnico dos pontos de apoio e principalmente definir a finalidade do levantamento topográfico para saber se a acurácia pretendida atende aos requisitos técnicos do projeto.

 

 

 

*fonte: wikipédia

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Quando os olhos ganham asas.

A fotografia está passando por sua segunda revolução em menos de 20 anos. A primeira, foi o desenvolvimento da tecnologia digital, com máquinas que começaram a proporcionar fotos de boa qualidade em arquivos digitais, levando à bancarrota inúmeras gigantes do mercado fotográfico, porém proporcionou a inclusão de milhares de pessoas na arte da fotografia, tornando a fotografia, ou o ato de fotografar, popular. Afinal, não havia mais a necessidade de se comprar filmes, nem de revelar fotos. Essa nova realidade trouxe um ar de modernidade e baixo custo para todos que, a partir deste momento, começaram a adquirir suas máquinas e a experimentar essa arte chamada de fotografia.

 

A segunda revolução, sem nenhuma dúvida, veio com a popularização dos drones, essas pequenas máquinas voadoras e suas câmeras cada dia melhores e mais sofisticadas. A princípio, parecia apenas um simples brinquedo, com algumas pessoas amarrando suas máquinas fotográficas GOPRO em seus drones e começando a fazer seus primeiros experimentos como fotógrafos aéreos sem nem sequer se dar conta disso. Mas, com o tempo e avanço da tecnologia, o cenário mudou rapidamente.

 

Hoje, é fato que a segunda revolução é ainda mais complexa que a primeira, e abre ainda mais possibilidades ao mundo da fotografia. Isso ocorre porque a tecnologia não só torna possível uma nova visão do mundo que nos rodeia, como também representa uma nova ferramenta a ser explorada pelos fotógrafos tradicionais (que outrora eram aqueles que faziam suas fotos em filme), além de ter se mostrado uma importante opção para a entrada de operadores de drones no mundo (ou no mercado) da fotografia.

 

Essa nova revolução torna os céus acessíveis a todos. Tente imaginar a dificuldade que era fazer uma foto aérea há 10 anos, os custos, a necessidade de equipamentos adequados e as técnicas que eram necessárias para um fotógrafo conseguir realizar este tipo de fotografia. Imaginou? Pois é, hoje isso tudo mudou! Se, por um lado, fazer este tipo de foto se tornou mais simples e muito mais barato, por outro, exigiu que o fotógrafo (ou o operador de drone) voltasse a se debruçar sobre livros, vídeos e manuais para estudar as regras desse novo mercado que se apresenta.

 

Com essa modernidade, o fotógrafo passa a ter novos parâmetros e dispositivos para se preocupar, como altura, altitude, IMU, gimbal, cabo flat, legislação para voos, entre outros. Para um simples click, passa a ter que obedecer a outras inúmeras regras além daquelas já conhecidas pela fotografia tradicional, como a regra dos terços ou pontos de ouro, velocidade, profundidade de campo dentre outras. Nessa nova realidade do universo fotográfico, o fotógrafo precisa obedecer a elementos específicos para poder decolar seu drone e fazer suas fotos, como corredores de tráfego aéreo de pequenas e grandes aeronaves, a exemplo de helicópteros e aviões de pequeno porte, legislação para drones, bem como segurança de voo.

 

Por um lado, nesse novo cenário fotográfico, tudo passou a parecer menos seguro e mais complexo para quem começa a se aventurar pelos ares, afinal a câmera deixa de estar em nossas mãos, e isso é quase sempre inaceitável para o fotógrafo convencional. Porém, para a felicidade dos amantes da fotografia e profissionais desta arte, com pouco tempo e com os conhecimentos necessários, tudo passa a ser fácil, mais colorido e muito mais bonito. A cidade e seus prédios, monumentos, desenhos de ruas e avenidas passam a compor um cenário deslumbrante, antes só acessível àqueles que estavam embarcados em uma aeronave, muitas vezes decolando ou aterrissando em um aeroporto de alguma cidade.

 

Com o passar do tempo, os drones começam a ficar cada vez mais seguros e com máquinas acopladas em seus gimbals de três eixos, filmando tudo em 4k e fazendo fotos de tirar o fôlego! Tudo parece perfeito, fácil de ser operado e com grande autonomia para ir cada vez mais longe e mais alto.

 

Agora estas imagens obtidas pelos drones despertam cada vez mais o interesse dos fotógrafos profissionais e dos operadores de vídeo, os quais passam a adquirir estes equipamentos e a fazer seus próprios registros, difundindo ainda mais essas máquinas maravilhosas.

 

Hoje, eu vejo uma transformação sem volta dentro do mundo da fotografia, onde o drone se consolidou como uma ferramenta quase indispensável (uma espécie lente que voa) a ser utilizada pelo fotógrafo. E, assim como na primeira revolução que citei, entre a tecnologia analógica e digital, me deparo com uma resistência enorme de alguns fotógrafos em entender esta transformação, sem se ater que esta realidade não tem mais volta.

 

Além disso, vejo que a história se repete e uma quantidade enorme de pessoas passam a focar mais uma vez na fotografia, são milhares de novos fotógrafos que de uma hora para outra apareceram e hoje são uma realidade! Uma nova leva de operadores de drones que se preocupam em entender a fotografia e suas aplicações, lendo livros, tomando cursos, assistindo a palestras… E, com isso, conseguem sair na frente e reivindicar uma fatia deste mercado para si. Noto que estes novos “fotógrafos voadores”, em breve, dominarão boa parte do mercado que antes pertencia aos fotógrafos convencionais que precisavam de um helicóptero para fazer seus belos trabalhos.

 

O mercado se transforma, exige novas possibilidades e preços mais acessíveis. E esta necessidade praticamente extinguiu o uso de aeronaves tripuladas para a finalidade exclusiva de transportar um fotógrafo e seus equipamentos para fazer uma foto aérea, de determinada área ou de algum empreendimento imobiliário a ser lançado, por exemplo.

 

Assim damos as boas vindas a essa nova realidade e a todos que de alguma forma conseguiram tirar seus pés do chão e começaram a voar. Mas alertamos que voar requer responsabilidade e comprometimento para seguir as regras e normas amplamente divulgadas pelo GRAER, DCEA e pela ANAC.

 

Bons voos e, acima de tudo, boas fotos!